O mundo atualmente encontra-se mais interligado, é preciso somente possuir um <strong> Smartphone </strong> nas mãos para ter acesso a divertimento sem fim e a informações praticamente ilimitadas. Porém, a questão é: Será que a constante assiduidade do celular em nossas vidas é tão vantajosa quanto aparenta? Muitos estudos evidenciam que o uso excessivo de iPhones prejudica não apenas nossa saúde e relacionamentos, nossa capacidade cognitiva e capacidade de concentração também estão sendo lesadas.

<h2> A presença dos iPhones retira a atenção dos indivíduos </h2>

<img class=”alignleft” src=”https://i.pinimg.com/736x/58/fd/a9/58fda95c37ddc7f0a7737507adda9cca–evolution-legs.jpg” alt=”pessoas-viciadas-em-smartphone” width=”auto” height=”200″ /> O educador adjunto de McCombs, Adrian Ward e co-autores, fizeram experimentações com praticamente 800 usuários de celulares com o objetivo de aferir, quão bem os indivíduos podem completar os afazeres quando estão com seu <em> Smartphone </em> nas proximidades, mesmo sem utilizá-lo. Em um teste, os pesquisadores solicitaram aos integrantes do exame que se assentassem em um computador e fizessem uma sucessão de experiências que exigiam concentração absoluta para marcar bem as soluções. Os ensaios foram voltados para aferir a inteligência disponível dos membros – isto é, a capacidade do cérebro de manter e processar dados em qualquer momento.

Antes de iniciar, os participantes foram instruídos por acaso para pôr seus Smartphones na banca com a face voltada para baixo, no bojo ou no case individual, e, também, em outra dependência. Todos os participantes foram orientados à colocarem seus telefones no padrão silencioso. Os estudiosos constataram que os participantes com os telefones deixados em outra dependência superaram significativamente aqueles com seus celulares na mesa, e eles também superaram levemente os integrantes que preservaram seus telefones em um bojo ou bolsa.

Os resultados sugerem que a mera existência de um celular reduz a inteligência disponível e afeta o funcionamento cognitivo, ainda que as pessoas sintam que estão dando toda atenção e dedicação na tarefa em questão.

” Vemos uma predisposição linear que sugere que, à medida que o Smartphone torna-se mais visível, a capacidade cognitiva disponível dos integrantes reduz “, disse Ward. “Sua mente consciente não está pensando em seu celular, mas este processo – o processo de exigir que você não pense em algo – utiliza alguns de seus recursos mentais limitados. É um escape de capacidade [cognitiva]”.

Em outra análise, os estudiosos analisaram como o vício de um celular influencia a capacidade intelectiva de uma pessoa – ou por qual motivo um indivíduo sente que precisa possuir um celular a fim de superar uma capacidade cognitiva característica do dia-a-dia. Os participantes efetuaram a mesma série de testes com base em computador que o grupo inicial, e foram por acaso chamados para manter seus celulares a vista na mesa da parte frontal, com a face para baixo, no case individual ou bolsa ou em outra dependência. Nessa experiência, alguns participantes inclusive foram orientados a desligarem seus celulares.

Os especialistas descobriram que os participantes que eram os mais dependentes dos seus Smartphones tiveram um rendimento menor em comparação com os parceiros menos necessitados, porém só no momento em que eles conservaram seus Celulares na banca, no bolso ou mochila. Ward e seus colegas inclusive verificaram que não importa se o celular de uma pessoa encontrava-se ligado ou desativado, ou se achava-se deitado de frente para cima ou de frente para baixo em uma banca. Possuir um telefone à mostra ou de fácil acesso reduz a capacidade de um indivíduo concentrar-se e efetuar atividades, porque parte do seu cérebro acha-se trabalhando ativamente para não pegar ou utilizar o celular.

“Não é que os integrantes achavam-se distraídos pois obtinham notificações em seus celulares “, esclareceu Ward. “A simples presença de seu celular foi o bastante para reduzir sua inteligência “.

<h2> O celular prejudica as interações em sociedade </h2>

<img class=”alignright” src=”https://abrilveja.files.wordpress.com/2016/12/istock-622187068.jpg?quality” alt=”celular-atrapalha-relacionamentos” width=”auto” height=”200″ /> Os celulares podem prejudicar as interações pessoais só por sua presença, mesmo quando não acham-se em utilização, segundo novos apontamentos. Dois estudos mostraram que, se um celular é visível durante uma comunicação, faz com que as pessoas sintam-se menos positivas com a pessoa com quem conversam. As descobertas indicam que mexer com seu smartphone ou simplesmente mantê-lo em vista no decorrer de um jantar a dois ou uma reunião com um amigo poderá ser um preocupante erro social.

Psicólogos que dirigiram os experimentos na Universidade de Essex reconhecem que os Smartphones atiçam automaticamente pensamentos com relação a redes sociais mais amplas, minimizando o nível de sintonia e entendimento nos diálogos presenciais. ” Em todos os estudos, encontramos provas de que o Smartphone pode ter efeitos negativos na proximidade, sintonia e qualidade da conversa. A presença de um aparelho telefônico pode levar os indivíduos a refletir em outras pessoas e eventos fora do seu âmbito social imediato. Ao realizá-lo, eles extraviam a atenção de uma experiência interpessoal que acontece no momento com o intuito de se reter em uma diversidade de certas preocupações e interesses”, disse o pesquisador chefe, Andrew Przybylski.

No primeiro teste, uma equipe de psicólogos solicitou a 37 pares de pessoas desconhecidas que passassem 10 minutos interagindo uns com os demais com relação a um evento relevante que ocorreu na vida delas no mês passado. Os participantes sentaram-se em cadeiras numa cabine reservada e um Smartphone foi posto em uma banca próximo da metade deles. Para a outra metade, um caderno foi botado no mesmo lugar no lugar de um celular. Após o final de suas conversas, todos os participantes responderam perguntas com relação a pessoa que conheciam, que foram classificadas empregando modelos de avaliação psicológica padrão. Os estudiosos constataram que as pessoas que dialogavam com um telefone celular visível nas proximidades eram substancialmente menos efetivas em comparação aos outros integrantes acerca da pessoa que acabavam de ter conhecimento. Eles eram menos propícios a concordar com opiniões como ” é capaz que meu companheiro e eu possamos nos tornar amigos se interagirmos muito”.

Em um segundo estudo envolvendo 34 diferentes pares de pessoas desconhecidas, alguns foram solicitados para conversar com relação a um tópico mundano, enquanto outros tiveram que falar sobre os ” eventos mais significativos do ano passado “. Igual ao primeiro estudo, a metade dos pares dialogou com um celular botado em uma mesa próxima e metade com um caderno no mesmo lugar. Ter uma conversa “significativa” em vez de uma conversa sobre tópicos triviais aumentou os sentimentos de proximidade e segurança em seu companheiro para os participantes que viram um caderno durante seu bate-papo. No entanto o similar efeito não aconteceu para aqueles que tinham um telefone móvel localizado nas imediações.

“Estes resultados demonstram que a presença de smartphones pode afetar as interações humanos, um efeito que é mais evidente no momento em que indivíduos estão discutindo tópicos pessoalmente significativos”, alegaram os pesquisadores.

Os estudos foram os primeiros concebidos para avaliar especificamente os efeitos de um Smartphone existente na conversa face a face. Os especialistas disseram que uma pesquisa adicional poderia examinar se a presença de um telefone celular realmente gera modificações consideráveis no hábito das pessoas ou apenas suas percepções da experiência.

<h2 class=”post-title”> Luzes do celular provoca danos não reversíveis à visão </h2>

<img class=”alignleft” src=”https://static.noticiasaominuto.com.br/stockimages/1920/naom_5a1584eb1c47c.jpg” alt=”smartphone-prejudica-os-olhos” width=”auto” height=”200″ /> Nos dias de hoje, é quase improvável passar o dia sem olhar a tela da televisão, do computador ou do celular. Um estudo efetuado pela Millward Brown Brasil e NetQuest em 2016 mostrou que o brasileiro gasta mais de três horas ao dia de frente ao telefone. Entre os adolescentes, a média é demasiadamente maior: 4 horas. E o uso excessivo destes dispositivos tem aumentado a ocorrência de problemas de visão. A luz azul violeta emitida por televisões, Smartphones, PC’s, tablets e, ainda, por lâmpadas de LED são capazes de ocasionar danos irreversíveis, segundo a diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina, Marcia Beatriz Tartarella. “O efeito da radiação por fototoxicidade vai acumulando-se nas células da retina, e isto motiva a degradação da mácula, área delicada das vistas”, garante.

Os primeiros traços de complicações referentes a esse tipo de iluminação não se manifestam de imediato. De acordo com a profissional, é impossível perceber anomalias a curto prazo, contudo qualquer sinal de fadiga visual, sensação de olhos secos, irritação ótica e até coceira, deve ser examinado por um especialista.

Vice-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, José Augusto Alves Ottaiano esclarece que piscamos menos quando estamos em proximidade com a tela de microcomputadores ou celulares, além de efetuarmos maior pressão para que a visão permaneça focada. “Nós piscamos por cerca de 15 vezes a cada minuto. Esse é o número preciso para uma boa lubrificação lacrimal. Entretanto, em momentos de tensão, que requerem um foco muito grande do nosso olhar, essa quantidade pode se reduzir a quatro, 5 vezes por minuto. Isto produz uma sobrecarga ótica”, diz o médico.

O expert ainda dá determinadas orientações para reduzir o impacto da luz:

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<li> Para quem atua em escritório, por exemplo, o aconselhado é que o microcomputador ache-se sempre no mesmo nível do olhar. Se estiver acima, a musculatura ocular demora um tempo maior para renovar a superfície lacrimal, deixando o olho desidratado. </li>
<li> Não se deve prolongar a constância em frente à tela. Intervalos a cada 2 horas ajudam a evitar maiores contrariedades. </li>
<li> Ar-condicionado também desidrata os olhos e expande os problemas causados pela luminosidade, especialmente em ambientes de tamanho menor como o interior do automóvel. </li>
<li> É essencial lembrar de regular as configurações de cada tela para que o brilho se ajuste conforme a luminosidade do lugar. Ambientes pretos não precisam de um alto brilho no display do celular. </li>

</ul>

A ausência de zelo a longo prazo nestes casos pode originar doenças nos olhos como a catarata e presbiopia, além de problemas nas regiões da córnea, retina, mácula e cristalino, levando à perda de visão progressiva. A luz azul está também presente em ambientes externos e, por causa disso, o uso de óculos escuros com proteção para raios uv é aconselhado.

“Existe radiação da luz azul violeta através do sol em pequena parte, no entanto isso tem crescido devido à perda da camada de ozônio, que defende a poluição ambiental”, garante Tartarella.

Outra possibilidade é a utilização de lentes fotossensíveis, que ajustam-se consoante a iluminação do lugar e dos aparelhos com tela. “O mercado atualmente já possui tratamentos específicos que proporcionam comodidade e segurança em todo tipo de ambiente ”, finaliza a oftalmologista.

<h2> Uso acentuado do telefone celular ocasiona problemas na coluna </h2>

<img class=”alignright” src=”http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/polopoly_fs/1.1807802!/image/image.jpg” alt=”smartphone-prejudica-a-coluna” width=”auto” height=”200″ /> Cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, os celulares ou tablets são ferramentas que as auxiliam, tanto no trabalho, quanto no entretenimento. As leituras regulares feitas nestes equipamentos faz com que o leitor obtenha uma postura automática que, consoante seu tempo de uso e a intensidade da inclinação, tem grande chance de causar certos problemas. A text neck, como é denominada essa posição da inclinação da cabeça e coluna para a leitura nestes dispositivos, pode chegar a ser uma preocupação global da fase da tecnologia, segundo especialistas, por afetar uma significativa e crescente parcela da população.

“A utilização do telefone celular faz com que a pessoa tenda a reclinar a cabeça e o pescoço para frente. Esta inclinação permanecida por diversas horas ao longo do dia e por demasiado tempo tem probabilidade de ocasionar uma série de desconfortos. Dor no pescoço, dor de cabeça e dores nas costas são os principais”, comenta o ortopedista Jefferson Leal, professor do Departamento do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina da UFMG.

Segundo Leal, a inclinação da cabeça para frente é natural, fisiológica e inofensiva nas circunstâncias do dia-a-dia que não exige mais que vários segundos na posição. Mas, para cada grau de inclinação da cabeça para frente na posição em pé, a pressão no interior dos discos da coluna do pescoço aumenta. “Com 15 graus de inclinação para frente, a pressão dentro do disco quase triplica. Com sessenta graus, a compressão aumenta 6 vezes”, esclarece. “Agora, dê uma olhada ao seu redor e observe quantas pessoas usando o smartphone em pé e com o pescoço inclinado para frente. Imagine essa pressão em cima do pescoço por diversas horas e por muitos anos. Determinados apontamentos mostram que esta postura ruim pode ser a causa do envelhecimento antecipado do disco intervertebral”, completa.

Além das complicações como enxaquecas e na coluna, esse tipo de posição pode também causar degeneração precoce do disco intervertebral. “A má postura também pode reduzir a capacidade pulmonar e mais esporadicamente estar ligados à depressão, doenças cardiovasculares e oftalmológicas”, afirma o ortopedista.

Como modo de prevenção ou diminuição nesses problemas, Jefferson Leal sugere movimentar a cabeça e pescoço muitas vezes por dia e fortificar a musculatura do pescoço empurrando a cabeça contra sua resistência usando as próprias mãos, tanto para frente como para trás. Além disto, ficar de pé junto a uma parede com os braços estendidos e impulsionar o peito para frente para fortificar “ a musculatura da excelente postura ”. Ele também sugere olhar ao celular mais com os olhos do que com cabeça.

De acordo com o professor, na ocasião em que os indícios se tornam persistentes e não aliviam com a diminuição do uso do celular ou da admissão destas atividades corretas é capaz de expressar gravidade, sendo aconselhado procurar um especialista.

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